Páginas

2 de nov. de 2011

Fanfic - A vida de Lilly Albuquerque II

Atualizado

Capítulo II

Visitando o Beco Diagonal
   Eu nem acreditei que aquele dia realmente havia chegado. Eu esperara esse dia por anos. Li e reli a carta várias vezes. Depois eu me belisquei para ver se era um sonho. Descobri que não era quando o meu braço ficou vermelho e dolorido. Demorou um pouco para cair a ficha, depois de tanto tempo olhando para a carta, eu lembrei que faltavam apenas 3 dias para chegar o dia de eu viajar para Hogwarts.
   – Melhor nós irmos logo para o Beco Diagonal comprar seu material, sua varinha e seu presente de aniversário.  – Disse a minha mãe super ansiosa.
   – Ok, mãe. Vou tomar meu banho.
   Dito e feito. Subi para o banheiro, tomei meu banho. O banho estava muito bom. A água estava quentinha, o que meu fez relaxar... Depois, fui para o meu quarto, fechei a porta e coloquei uma roupa. Coloquei a roupa mais bruxa que tenho. Bom, não era tão bruxa assim. Na verdade era uma roupa normal. Mas que os bruxos usam... Enfim, coloquei um casaco rosa desbotado, uma calça jeans e um tênis. Penteei meu cabelo e o prendi. Desci as escadas, e meus pais já estavam me esperando na porta.
   Chegamos ao Beco Diagonal. O primeiro passo foi a loja do Olivaras. Fiquei procurando a loja dele. E quando achei, minha mãe disse que ia lá numa loja e que já voltava. Ela falou também para eu ir vendo a minha varinha.
   – Olá pequena menina! Qual é o seu nome?
   – Lilly Albuquerque.
   – Uhuuum... Deixa eu ver uma varinha para você... Hmmmm... hm-hm... Ah. Essa. Tome, experimente.
   Então eu peguei a varinha, fiz um movimento com ela, e acabei quebrando um vaso de flores. O Sr. Olivaras pegou uma outra varinha. De Cerejeira, núcleo de pêlo de unicórnio, 28 cm, flexível. Então começou a brilhar na minha mão. Na hora que isso aconteceu, minha mãe entrou na loja com um gato na mão, e me entregou.
   – Mãe, que gato é esse?
   – É o seu presente! – Disse ela sorrindo – E aí, já achou sua varinha?
   – Eu acho que sim...
   – De certa, querida. Essa é a sua varinha. – Disse o Sr. Olivaras.

   Dei tchau para o Sr. Olivaras, agradeci a minha mãe, e segurei meu novo gato. Agora faltava decidir o nome dele. Então eu pensei e pensei. Até que cheguei a uma conclusão. Perguntei para a minha mãe o que ela achava do nome Bichento. Então ela disse que já ouvira esse nome antes. Então ela me sugeriu o nome Boris. Eu amei. Pronto, o gato de pelagem laranja agora se chama Boris.
   Carreguei o Boris pelo Beco Diagonal me achando. Ainda agora que já tinha a minha varinha. Faltava também ver o uniforme. Eu mostrei para a minha mãe a lista do uniforme. Onde estava escrito:

UNIFORME:
Os estudantes do primeiro ano precisam de:
3 conjuntos de vestes comuns de trabalho(preta).
1 chapéu pontudo simples(preto)para uso diário.
1 par de luvas protetoras(couro de dragão ou similar).
1 capa de inverno(preta com fechos prateados).
as roupas dos alunos devem ter etiquetas com seu nome.


   Então entramos na loja que vendia uniformes e minha mãe comprou o uniforme. Agora faltava também ver os livros. Depois dos livros, eu vou de volta para casa, e depois de 3 dias, será um dos melhores dias da minha vida. Entrarei no Expresso de Hogwarts. Mas, será que eu vou fazer bons amigos? Enfim, minha mãe pegou a lista do livros. O primeiro que ela comprou foi História da magia de Batilda Bagshot. Depois ela comprou Animais mágicos e seus habitat de Newton Scamander. E assim por diante.

   Finalmente, nós demos tchau para o Beco Diagonal. Já era noite, o céu estava estrelado e escuro. Fomos para casa, e assim que eu cheguei, fiz uma caminha para Boris. Peguei um cobertor que eu não usava, uma almofada, dobrei o cobertor e coloquei a almofada em cima. E não é que Boris adorou? Ele não saía da caminha dele. Ele dormiu o dia inteiro. Só acordou no início da noite, quando ele foi para o quintal de casa caçar uns ratos. Cheguei e fui tomar um banho. Coloquei meu pijama. Eu estava muito nervosa, ou ansiosa... Não sei ao certo. Peguei um livro qualquer e fui para a cama ler um pouco. Eu li o livro até a página 27, já estava cansada... Então guardei o livro, apaguei a luz, e fui dormir...

   Sonhei com Hogwarts, sonhei em que eu estava no Expresso de Hogwarts partindo para minha futura escola. Quando eu cheguei na escola, fui selecionada para Sonserina... Será que eu vou para Sonserina? Bom, lá eu encontrei um garoto chamado Escorpio Malfoy. O sobrenome dele não me é desconhecido... Bom, comecei a namorar o garoto... Nós nos amávamos muito... Mas enfim... Foi um sonho, só espero que tenha sido apenas um sonho, e não um aviso...

1 de nov. de 2011

Fanfic - A vida de Lilly Albuquerque.



Oi!! Bom, resolvi criar uma fanfic. Ela fala sobre uma bruxa chamada Lilly Albuquerque. Ela passou a vida inteira morando com os pais em uma pequena vila trouxa. Embora ela já tenha visitado o mundo bruxo várias vezes, ela é cheia de coisas trouxas. Quando ela chega em Hogwarts, conhece um dos filhos de Harry Potter. Acaba virando melhor amiga dele, e aos poucos, cresce um certo romance. Não vou postar com compromisso, mas assumo que estou gostando de escrever. Bom, quem quiser acompanhá-la acompanha, quem não quiser não acompanha... 

Capítulo I
A chegada da carta

   Oi! Meu nome é Lilly Albuquerque, tenho 11 anos. Faço aniversário hoje, dia 29 de setembro. Bom, vou falar um pouco sobre mim. Tenho olhos verdes, meu cabelo é cacheado e ruivo. Meus pais são bruxos e me disseram que daqui a pouco estarei recebendo minha carta de Hogwarts. Nem posso esperar para recebe-la. O que mais me preocupa é: Para que casa será que eu vou? Sonserina, Corvinal, Grifinória ou Lufa-Lufa. Mas de uma coisa eu tenho certeza: Não quero nem pensar em ir para a Sonserina. Meu pai disse que lá só tem gente má. E que os piores vilões são da Sonserina. Por exemplo o Voldemort. Meu pai disse que ele foi um vilão terrível. O lorde das trevas. E por causa dele, meu avô morreu. Nem tive chances de conhece-lo.

   Mamãe me disse que o teto do salão de Hogwarts, é estrelado com velas flutuando. Será verdade? Bom, estou ansiosa para ver. Ela disse também que lá era um lugar cheio de quadros com as figuras pintadas se movimentando. E que cada sala comunal tinha um quadro. A pouco tempo, li o livro Hogwarts, uma história e adorei saber mais sobre Hogwarts.

   Papai meu deu uma vassoura quando eu tinha 6 anos e eu simplesmente AMEI voar nela. To pensando até em jogar quadribol. Talvez. Mas sou um pouco desajeitada com isso. Mas se eu fosse, as chances de eu ser apanhadora, seriam mínimas.

   – Lilly! Seu café da manhã está pronto!! – gritou minha minha mãe.
   – Já vou mãe!
  
   Desci pelas escadas, ansiosa para ver o meu café da manhã. Adivinha? Bolo de chocolate com bastante glacê acompanhado por 2 sapos de chocolate. Sem contar o milkshake também de chocolate. Meu pai estava lendo o Profeta Diário e lá estava a foto de Harry Potter, sua esposa e seus filhos. Um deles era lindo.

   – Feliz aniversário!! - Gritaram meus pais.
   – Obrigada!! 
   
   Minha mãe ficou pensativa por um tempo e disse:

   – Ah não! Esqueci de comprar seu presente!!
   – Não faz mal, mãe! Vocês são o meu presente. E só de pensar que hoje vou receber minha carta...
   – De qualquer forma, hoje mesmo, depois de receber sua carta, vamos ao beco diagonal comprar muitas coisas para você! – Respondeu minha mãe ansiosa.
   – Pai, qual é o nome desse menino aqui? – perguntei ao meu pai apontando para o menino do meio.
   – Esse é o Albus Severus Potter.
   – Ele é do segundo ano de Hogwarts, né? – Perguntou minha mãe se intrometendo.
   – Sim. E ele é da Grifinória. – Respondeu meu pai.
   – Pai, você estudou com o Harry Potter?
   – Não, eu entrei em Hogwarts no último ano dele. No ano em que ele matou Voldemort. Meu primeiro ano em Hogwarts foi horrível, filho. Sorte foi da sua mãe. Que entrou um ano depois de mim. – respondeu meu pai com uma cara meio invejosa.

   Depois disso, a cozinha ficou em silencio enquanto nós comíamos. Uns 5 minutos depois, o silencio foi quebrado por uma batida de leve na janela. Era uma coruja segurando uma carta. Meu rosto ficou sorridente! E eu comecei a pular e pular. Então eu abri a janela, peguei a carta, e quando li, dei um berro em que a vila inteira deve ter ouvido...